wheat-926876_1280Nos últimos dias, publicamos vários textos sobre o glúten, sobre o quanto ele é nocivo mesmo para quem não tem intolerâncias. Falamos sobre como ele age no nosso organismo e sobre o que sua ingestão pode provocar, como a depressão, por exemplo. Mas, caramba, por que tanta insistência?

Insistimos porque acreditamos que uma alimentação saudável, equilibrada, é o ponto de partida para uma vida plenamente saudável. É, isso é óbvio. Mas muitas e muitas vezes não percebemos ou não cuidamos do óbvio.

Um vilão?

Nos outros artigos, também falamos sobre isso, sobre as muitas razões que transformaram essa proteína que está presente no trigo – entre outros grãos – é o novo grande vilão da história. Hoje vivemos uma overdose de glúten diariamente, seja pela grande quantidade de massas, pães, bolos e biscoitos que consumimos, seja pela contaminação cruzada que atinge até o que não imaginamos, como os molhos de tomate prontos.

Mesmo que não sejamos radicais, cortando o glúten definitivamente de nossa dieta, evita-lo só faz bem. Porque o glúten é indigerível, nosso organismo não precisa dele e os especialistas são unânimes em dizer que não há qualquer risco em cortá-lo da alimentação.

Falando especificamente do trigo que consumimos, as variedades atuais deste cereal possuem até 400% a mais de glúten que as originais, devido às modificações genéticas naturais ou provocadas pelo homem. Além disso, na sua composição há mais 10 outros antinutrientes além do glúten.

Qual é a idade da sua comida?

Essa pode ser uma pergunta um pouco desconcertante, mas sua intenção é ampliar os horizontes de uma forma peculiar. É razoável comer algo que está há meses numa prateleira ou mesmo os hortifrutis que viajam dias antes de chegar a sua mesa?

Quanto mais fresco melhor. Quanto mais caseiro e local, melhor. Esta é, inclusive, a recomendação oficial do revolucionário Novo Guia Alimentar para a População Brasileira. Então, por que não aplicar isso de alguma forma no seu cotidiano?

Vamos substituir

A questão, no fim das contas, é como podemos nos alimentar bem de verdade. Então, cortar o glúten não pode ser apenas cortar o glúten. Entre outras razões, porque nosso corpo precisa da energia que os carboidratos que ingerimos regularmente (e que contém glúten) suprem ao nosso organismo.

Mas nem de longe são as alternativas mais saudáveis.

Na minissérie Existe Vida Após o Glúten você poderá aprofundar toda a discussão sobre o glúten. Além disso, no terceiro episódio, você vai aprender uma série de receitas, muitas formas de substituir o glúten e ganhar qualidade de vida. Essas apresentações só ficam disponíveis até a meia-noite de domingo, 4 de outubro. E se também insistimos para que você a assista é porque acreditamos que você ficará satisfeito, que lhe fará bem.

Então aproveite e assista, porque é de graça!

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