O vício no açúcar tem um sabor amargo

Uma das descobertas mais recente sobre o açúcar é referente ao fator viciante: não é o sabor doce que nos deixa refém dos doces, e sim as calorias.
Segundo o neurocientista Ivan de Araújo, professor de Psiquiatria e Fisiologia da Universidade de Yale, nos EUA, o cérebro humano tem mecanismo de recompensa ativado quando ingerimos produtos calóricos, gerando compulsão.

O açúcar ativa uma região do intestino delgado que envia sinais específicos ao  cérebro, comunicando aos centros de recompensa do cérebro que um alimento é calórico.  Os pesquisadores também descobriram que o cérebro tem um grupo específico de neurônios sensíveis ao açúcar. Ingerir açúcar libera dopamina, que dá a sensação de prazer e faz com que desejemos ainda mais doces. É por isso que eles provocam satisfação e repetição do consumo, ou seja, aquela sobremesa após o almoço no restaurante dificilmente fica só no primeiro pratinho.

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A questão é: quanto mais comemos, menos sensível o sistema se torna e mais açúcar é  necessário para liberar dopamina.
Já deu pra perceber até aqui que o vício é uma consequência natural de como nosso cérebro funciona: nossos corpos saíram da idade das cavernas onde o cérebro ligava calorias à sobrevivência – devido à escassez de alimentos – mas nosso cérebro ainda tem esse mecanismo primitivo.
Ok, essa é uma das explicações e o que acontece é que elas geram mais dúvidas:

Eles são o ou não o nosso combustível?
Como podem fazer mal à saúde?
Quais tipos são recomendados e quais evitar?
Existem fontes de bons e maus açúcares?
O que é mito e o que é verdade relacionado ao açúcar?
Obesidade, queima de gordura, diabetes e outras doenças crônicas tem ligação com esse vício?
É possível se livrar do vício em doces se o cérebro funciona dessa maneira?
Por que meu apetite não acaba quando começo a comer doces?

O pesquisador Leo Caputti, especialista em treinamentos sobre alimentação saudável, entrevistou 05 especialistas que respondem essas perguntas e o material reunido gerou uma semana inteira de palestras e workshops.

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É possível fazer uma transição saudável dos tipos de açúcar nocivos para tipos mais saudáveis. Nosso paladar é viciado desde a nossa infância. Já parou pra pensar como as festinhas infantis são grandes farras adocicadas? Ainda vemos levemente um movimento de festas mais saudáveis e ecológicas, por exemplo, começando timidamente e que tendem a ganhar espaço.

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Bom curso!
Redação Portal do bem

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