guy-924870_1920Olá, muito prazer. Meu nome é Alexandre Vieira, sou Psicólogo e fiquei bastante feliz com esse convite para compartilhar com vocês algumas coisas que venho estudando e trabalhando nesses 22 anos de atividades.

Para começar, quero me apresentar um pouco melhor. Quando comecei a faculdade de Psicologia, aos 20 anos de idade, eu era um típico aprendiz de estudante taurino bastante pé no chão, o que significa que eu não acreditava em nada além do que podia ver, tocar e entender com a minha cabeça analítica. Mas, como a vida muitas vezes nos leva por onde precisamos ir, alguns fatos pessoais bastante marcantes, e que hoje eu poderia chamar de experiências místicas, me mostraram que sim, “há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia”.

Comecei a me interessar pelas questões espirituais e o Espiritismo – por meio de Kardec e do Ramatis – me trouxe muitas respostas para as inúmeras dúvidas que pululavam na minha cabeça. Foi quando, quase que “por acaso”, caiu nas minhas mãos o livro “Muitas Vidas, Muitos Mestres”, do já famoso psiquiatra Brian Weiss, que naquele momento havia se tornado um Best Seller mundial. As histórias ali narradas abriram ainda mais a minha cabeça para a dimensão espiritual do ser humano, e eu disse: é isso o que quero fazer!

Foi assim que busquei a Terapia de Vida Passada, a TVP. Inicialmente só como terapia e, depois, a formação na SBTVP com a querida professora Maria Teodora Ribeiro Guimarães, em Campinas, para onde eu viajava todos os meses durante quase 2 anos. Isso foi no ano 2000 e inúmeras pessoas puderam ser ajudadas com essa poderosa técnica desde então.

Os caminhos para uma dimensão muito mais ampla sobre quem somos já estavam abertos e, mais recentemente, conheci uma abordagem terapêutica que também revolucionou a minha visão das pessoas e dos relacionamentos em todos os sentidos. Isso se deu através da visão sistêmica das Constelações Familiares, de Bert Hellinger, que tive a chance de conhecer e ser “iniciado” através do querido professor Ricardo Mendes (Espaço Iralém).

Ao longo das nossas próximas conversas pretendo falar sobre essas duas importantes técnicas de superação de dificuldades e crescimento pessoal. Mas, antes de terminar essa apresentação, não posso deixar de mencionar um trabalho que iniciei em 2013 e que considero de grande importância: refiro-me ao Grupo de Homens (GH), um espaço para os homens compartilharem as muitas questões próprias do universo masculino. Então, despeço-me, por enquanto, deixando aqui o tema da nossa próxima conversa: Por que um grupo só para homens?

Quem quiser participar mais diretamente dessas conversas pode ficar à vontade. Envie suas opiniões, sugestões e dúvidas. Todas serão respondidas e contribuirão para enriquecer essa coluna.

Obrigado e até o próximo encontro!

Abraços, Alexandre Vieira

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