A escolha de novos hábitos alimentares é capaz de combater a doença que muitos chamam de mal do século.

Você sabe o que é depressão? De verdade? Então veja só: ela é uma doença psiquiátrica crônica, que pode ser reconhecida pela alteração do humor. Mas é muito importante não confundi-la com tristeza. Suas principais características – além de uma tristeza profunda e prolongada – são o desânimo, a falta de energia, baixa autoestima e dificuldades para lidar com a vida pessoal e profissional. Às vezes, esses sintomas aparecem juntos, às vezes surgem aos poucos até formar o quadro completo.

Uma das principais dificuldades no seu tratamento é a aceitação do diagnóstico. Mas é preciso tomar muito cuidado, pois ela pode surgir em qualquer fase da vida, da infância à terceira idade, entre homens e mulheres. E é tão comum que cerca de 12% dos homens e 25% das mulheres apresentam algum grau de depressão ao longo da vida.

Causas

É impossível apontar apenas um fato gerador da depressão. Há fatores orgânicos, como a genética e há os fatores de risco. E entre os fatores de risco, está a alimentação.

Como dissemos no primeiro artigo da nossa Semana do Glúten, já está mais do que comprovada a relação entre problemas como doenças inflamatórias intestinais, enxaqueca, bronquite, sinusite e até a depressão. Tudo isso porque, ao adotar uma dieta rica em glúten, colocamos em risco a absorção de nutrientes fundamentais para a produção da serotonina.

O intestino é o órgão responsável por algo entre 80 e 90% da serotonina que precisamos. E a serotonina é o neurotransmissor apontado como o principal regulador do humor, e habitualmente é encontrado em níveis baixíssimos nas pessoas com depressão.

Como melhorar?

personalizada-remediosAntes é importante lembrar que se você desconfia que está deprimido, deve procurar um médico, um psiquiatra. Mas será que os remédios são a única solução para o problema? Que tal adotar uma alimentação que ajude no combate à doença de quem já foi diagnosticado e – melhor ainda – previna a depressão?

A primeira dica é comer mais leve. E sim, se você corta o glúten você tende a emagrecer. Ou seja, além de deixar seu intestino trabalhar como deve, o aumento da autoestima também colabora no combate à depressão. Agora, só pra você ter uma ideia de como é possível se alimentar bem, de forma saborosa e sem glúten, preparamos duas sugestões de almoço.

Almoço 1 (numa dieta de 1800 calorias diárias, indicada para homens)
– Salada de folhas à vontade com cenoura ralada, tomate e palmito
– 1 colher (sopa) de azeite
– 7 colheres (sopa) de arroz integral
– 5 colheres (sopa) de couve refogada
– 1 concha média de feijão cozido
– 1 pedaço de frango assado
– Sobremesa: 1 fatia média de melão

Almoço 2 (numa dieta de 1500 calorias diárias, indicada para mulheres)
– Salada de folhas à vontade com cenoura, tomate e cebola
– 1 colher (chá) de azeite
– 5 colheres (sopa) de arroz integral
– 1 omelete de atum feito com 2 ovos caipiras
– 3 colheres (sopa) de legumes coloridos
– Sobremesa: 1 banana assada com canela

Agora, se você quer mais informação à respeito do glúten, como essa proteína pode afetar nossa vida – mesmo que aparentemente você não tenha nenhuma intolerância –, se quer mais dicas do que evitar e como substituir, assista a minissérie Existe Vida Após o Glúten. É online e absolutamente gratuita, é só clicar aqui.

 

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